6. Oração da Coleta
Encerra o rito de entrada e introduz a assembléia na
celebração do dia.
“Após o convite do celebrante, todos se conservam
em silêncio por alguns instantes, tomando
consciência de que estão na presença de Deus e
formulando interiormente seus pedidos. Depois o
sacerdote diz a oração que se costuma chamar de
‘coleta’, a qual a assembléia dá o seu assentimento
com o ‘Amém’ final” (IGMR 32).
Dentro da oração da coleta podemos perceber os
seguintes elementos: invocação, pedido e
finalidade.
A MISSA PARTE POR PARTE...OREMOS.
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Comunidade Católica Anunciadores da Paz
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segunda-feira, janeiro 18, 2010
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Formação
LIVROS HISTÓRICOS I...(continuação estudo bíblico)
Os Livros Históricos mostram os diversos momentos da vida do povo de Israel na Terra Prometida e no exílio: suas grandezas e lutas, e as conseqüências práticas de sua fidelidade ou infidelidade ao Deus da Aliança. Eles ocupam a maior parte do Antigo Testamento. Esses escritos não são mera crônica dos fatos, mas uma narração que mostra a relação entre Deus e os homens, através dos acontecimentos. Podemos dividir esse conjunto em quatro grupos:
Esses livros relatam que a história de Israel depende da atitude que o povo toma na Aliança com Deus. Se o povo é fiel à Aliança, Deus lhe concede a bênção, que se concretiza no dom da terra e na prosperidade. Se o povo é infiel, atrai para si mesmo a maldição, que se traduz em fracasso e perda da terra.
Josué: A terra é dom e conquista. Josué significa: Javé é salvação
O livro de Josué relata acontecimentos situados no séc. XIII a.C.: a conquista e a partilha de Canaã, a Terra Prometida, pelas tribos de Israel. O seu conteúdo pode ser dividido em três partes: primeira: (Js 1-12) temos a conquista; segunda: (Js 13-21) apresenta a partilha da Terra entre as tribos; terceira: (Js 22-24) traz o relato do fim da vida de Josué.
Juízes: O vai e vem da história.
O livro dos Juízes relata fatos situados entre 1200 e 1020 a.C., descrevendo a continuação da conquista da Terra e a vida das tribos até o início da monarquia. O livro apresenta logo no seu início a chave de leitura que serve não só para o livro, mas para toda a história de Israel e também a nossa. Ela é exposta em 2,6-23 e reaparece diversas vezes no livro. Podemos resumi-la em quatro palavras: Pecado - o povo abandona Javé, o Deus que produz liberdade e vida, para servir aos ídolos que corrompem, produzindo um sistema social injusto; Castigo - servindo aos ídolos da escravidão e da morte, o povo alienado perde a liberdade e a vida que tinham sido duramente conquistadas; Conversão - no extremo limite do sofrimento, o povo volta à consciência histórica, e clama a Javé; Salvação - Javé responde ao clamor, fazendo surgir líderes (juízes) que organizam o povo e o ajudam a reconquistar a liberdade e a vida. Os juízes eram líderes carismáticos, que surgiam no meio do povo, a partir da dificuldade das tribos, com relação as ameaças de invasões e tomada dos territórios conquistados. O tempo dos juizes, foi um tempo mais de defesa dos territórios do que de conquistas. É impossivel estabelecer uma ordem cronológica da ação exata de cada juiz, por que sua ação se estendia a uma determinada área de israel. Os juizes se dividem em maiores e menores, os maiores são chamados assim por causa do seu conteúdo literário, e por terem a narração de suas vidas e de seus feitos detalhadamente. Enquanto que os menores, possuem apenas os seus nomes e dados básicos.
JUIZES MAIORES: IAM AS GUERRAS PARA LUTAR PELO POVO
• Otoniel
• Aod
• Débora e Barac
• Gedeão
• Jefté
• Sansão
JUIZES MENORES: JULGAVAM AS PEQUENAS CAUSAS
• Sangar
• Tola
• Jair
• Ibson
• Elon
• Abdon
1 e 2 Samuel: A função da autoridade.
Samuel significa: Deus ouviu - O último juiz. Este sagrou o primeiro rei - Saul. Estabelecimento da monarquia sob Saul e Davi.
Os livros de Samuel relatam acontecimentos que se situam entre 1040 e 971 a.C. Temos aí uma análise crítica do aparecimento da realeza em Israel, análise que pode ajudar a avaliar nossos sistemas e homens políticos, bem como qualquer outra autoridade. 1Samuel oferece, portanto, uma visão crítica da autoridade política. Mostra que Deus é o único rei sobre o seu povo. Para ser legítimo, o rei humano (e seus equivalentes) deve ser representante de Deus, isto é, servir a Deus através do serviço ao povo. 2Samuel está centrado na figura de Davi, cuja história começa propriamente em 1Sm 16, e nas lutas dos pretendentes ao trono de Jerusalém. Podemos dizer que 2Sm continua a avaliação do sentido e da função da autoridade política.
1 e 2 Reis: Da glória à ruína.
Os livros dos Reis relatam acontecimentos que vão de 971 a 561 a.C., continuando a história da monarquia iniciada com Saul e Davi. Mais do que uma história, estes livros são uma reflexão teológica sobre a história do povo e dos reis que o governaram: a fidelidade a Deus leva à bênção e à prosperidade; a infidelidade leva à maldição, à ruína e ao exílio (cf. 2Rs 17,7-23).
Esses livros fazem memória de toda a trajetória do povo de Deus, a fim de fundamentar a vida da comunidade judaica e sua forma de governo, polarizada pelo culto no Templo de Jerusalém (1 e 2 Crônicas). A preocupação básica é fundamentar e organizar a comunidade depois do exílio na Babilônia (Esdras e Neemias).
1 e 2 Crônicas: Revisão da história do povo.
Esses livros foram escritos numa época em que os judeus estavam, a todo custo, procurando manter a unidade, a cultura e a própria identidade. Um dos fundamentos da teologia tradicional era a crença de que os descendentes de Davi seriam reis de Israel em todos os tempos.
Esdras e Neemias: Organização da comunidade.
Os livros de Esdras e Neemias continuam a história de Israel, relatando os acontecimentos entre 538 e 400 a.C. O tema central é a organização da comunidade, que se formou a partir da volta dos judeus exilados na Babilônia.
Esdras - sacerdote conhecedor da Lei de Moisés
Neemias - Leigo corajoso.
As bases da reforma de Esdras e Neemias são os alicerces do judaísmo.
Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis.
Esses livros relatam que a história de Israel depende da atitude que o povo toma na Aliança com Deus. Se o povo é fiel à Aliança, Deus lhe concede a bênção, que se concretiza no dom da terra e na prosperidade. Se o povo é infiel, atrai para si mesmo a maldição, que se traduz em fracasso e perda da terra.
Josué: A terra é dom e conquista. Josué significa: Javé é salvação
O livro de Josué relata acontecimentos situados no séc. XIII a.C.: a conquista e a partilha de Canaã, a Terra Prometida, pelas tribos de Israel. O seu conteúdo pode ser dividido em três partes: primeira: (Js 1-12) temos a conquista; segunda: (Js 13-21) apresenta a partilha da Terra entre as tribos; terceira: (Js 22-24) traz o relato do fim da vida de Josué.
Juízes: O vai e vem da história.
O livro dos Juízes relata fatos situados entre 1200 e 1020 a.C., descrevendo a continuação da conquista da Terra e a vida das tribos até o início da monarquia. O livro apresenta logo no seu início a chave de leitura que serve não só para o livro, mas para toda a história de Israel e também a nossa. Ela é exposta em 2,6-23 e reaparece diversas vezes no livro. Podemos resumi-la em quatro palavras: Pecado - o povo abandona Javé, o Deus que produz liberdade e vida, para servir aos ídolos que corrompem, produzindo um sistema social injusto; Castigo - servindo aos ídolos da escravidão e da morte, o povo alienado perde a liberdade e a vida que tinham sido duramente conquistadas; Conversão - no extremo limite do sofrimento, o povo volta à consciência histórica, e clama a Javé; Salvação - Javé responde ao clamor, fazendo surgir líderes (juízes) que organizam o povo e o ajudam a reconquistar a liberdade e a vida. Os juízes eram líderes carismáticos, que surgiam no meio do povo, a partir da dificuldade das tribos, com relação as ameaças de invasões e tomada dos territórios conquistados. O tempo dos juizes, foi um tempo mais de defesa dos territórios do que de conquistas. É impossivel estabelecer uma ordem cronológica da ação exata de cada juiz, por que sua ação se estendia a uma determinada área de israel. Os juizes se dividem em maiores e menores, os maiores são chamados assim por causa do seu conteúdo literário, e por terem a narração de suas vidas e de seus feitos detalhadamente. Enquanto que os menores, possuem apenas os seus nomes e dados básicos.
JUIZES MAIORES: IAM AS GUERRAS PARA LUTAR PELO POVO
• Otoniel
• Aod
• Débora e Barac
• Gedeão
• Jefté
• Sansão
JUIZES MENORES: JULGAVAM AS PEQUENAS CAUSAS
• Sangar
• Tola
• Jair
• Ibson
• Elon
• Abdon
1 e 2 Samuel: A função da autoridade.
Samuel significa: Deus ouviu - O último juiz. Este sagrou o primeiro rei - Saul. Estabelecimento da monarquia sob Saul e Davi.
Os livros de Samuel relatam acontecimentos que se situam entre 1040 e 971 a.C. Temos aí uma análise crítica do aparecimento da realeza em Israel, análise que pode ajudar a avaliar nossos sistemas e homens políticos, bem como qualquer outra autoridade. 1Samuel oferece, portanto, uma visão crítica da autoridade política. Mostra que Deus é o único rei sobre o seu povo. Para ser legítimo, o rei humano (e seus equivalentes) deve ser representante de Deus, isto é, servir a Deus através do serviço ao povo. 2Samuel está centrado na figura de Davi, cuja história começa propriamente em 1Sm 16, e nas lutas dos pretendentes ao trono de Jerusalém. Podemos dizer que 2Sm continua a avaliação do sentido e da função da autoridade política.
1 e 2 Reis: Da glória à ruína.
Os livros dos Reis relatam acontecimentos que vão de 971 a 561 a.C., continuando a história da monarquia iniciada com Saul e Davi. Mais do que uma história, estes livros são uma reflexão teológica sobre a história do povo e dos reis que o governaram: a fidelidade a Deus leva à bênção e à prosperidade; a infidelidade leva à maldição, à ruína e ao exílio (cf. 2Rs 17,7-23).
1 e 2 Crônicas, Esdras e Neemias.
Esses livros fazem memória de toda a trajetória do povo de Deus, a fim de fundamentar a vida da comunidade judaica e sua forma de governo, polarizada pelo culto no Templo de Jerusalém (1 e 2 Crônicas). A preocupação básica é fundamentar e organizar a comunidade depois do exílio na Babilônia (Esdras e Neemias).
1 e 2 Crônicas: Revisão da história do povo.
Esses livros foram escritos numa época em que os judeus estavam, a todo custo, procurando manter a unidade, a cultura e a própria identidade. Um dos fundamentos da teologia tradicional era a crença de que os descendentes de Davi seriam reis de Israel em todos os tempos.
Esdras e Neemias: Organização da comunidade.
Os livros de Esdras e Neemias continuam a história de Israel, relatando os acontecimentos entre 538 e 400 a.C. O tema central é a organização da comunidade, que se formou a partir da volta dos judeus exilados na Babilônia.
Esdras - sacerdote conhecedor da Lei de Moisés
Neemias - Leigo corajoso.
As bases da reforma de Esdras e Neemias são os alicerces do judaísmo.
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Formação
IDE E PREGAI
Todas as aparições de Jesus ressuscitado terminam com uma missão apostólica. À Madalena, diz o Senhor: "Não me retenhas... mas vai ter com meus irmãos e dize-lhes que vou para meu Pai e vosso Pai" (Jo 20,17); às outras mulheres: "Ide dizer aos meus irmãos que vão à Galiléia, e lá me verão" (Mt 28,10). Os discípulos de Emaús, embora não tenham recebido ordens deste gênero, apenas Jesus desaparece, sentem-se impelidos a retomar o caminho de Jerusalém para referir aos onze "o acontecido" (Lc 24,35). Segundo Marcos, que refere em síntese estas aparições, tais mensagens foram acolhidas com desconfiança: os discípulos "não queriam crer" (16,11.13). Também Lucas, acerca das informações das mulheres, diz que "suas palavras pareceram-lhes desvario e não lhes deram crédito" (ibidem,11).
É justamente a esta resistência em crer que Marcos se refere no seu pequeno relato da aparição de Jesus aos onze: "e repreendeu-os por sua incredulidade e dureza de coração, por não terem dado crédito aos que o viram ressuscitado" (16,14). É a mesma repreensão dirigida aos discípulos de Emaús: "Ó estultos e lentos de coração em crer!" (Lc 24,25). A repreensão do Senhor, justificada pelo fato de que Ele mesmo predissera várias vezes aos seus o que iria acontecer, é ulterior confirmação de que a fé na Ressurreição, professada pelos Apóstolos, não nasceu em momento de exaltação religiosa, mas se baseia em experiências pessoais, porquanto cada um deles pode dizer-se testemunha ocular.
Só depois de ter assegurado a firmeza de sua fé, Jesus dá aos discípulos a grande missão: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura" (Mc 16,15). Agora que receberam do Ressuscitado todas as provas da realidade de sua ressurreição, devem ir anunciar o Evangelho a todos os homens. Com a ressurreição, de fato, "a boa nova" da salvação universal de Deus, por meio de Cristo, está enfim consumada e deve ser divulgada em todo o mundo, para que se torne história de cada homem.
"Ide e pregai". A missão implantada no coração dos Apóstolos pelo Senhor ressuscitado e fecundada pelo poder vivificador do Espírito Santo no dia de Pentecostes tornou-se decisão irrevogável de sacrificar a vida na pregação do Evangelho.
"Vendo a fraqueza de Pedro e de João" ao testemunharem a ressurreição de Jesus e ao atribuírem ao poder do ressuscitado a cura milagrosa do coxo, os chefes do povo e os sumo sacerdotes os proíbem "de falar ou ensinar em nome de Jesus". Mas os dois, com santa audácia, replicam: "não podemos calar o que vimos e ouvimos" (At 4,13-20). Como calar a verdade de que tinham sido testemunhas? Tinham-na ouvido dos lábios de Jesus, Filho de Deus, nos anos de convivência com Ele, viram-na confirmada por numerosos milagres e pela suprema prova: a ressurreição. Impossível negar pelo silêncio o que viram e suas mãos tocaram. Como Pedro e João, assim os outros Apóstolos iniciam a pregação que, em pouco tempo, se expandirá para além da Palestina, alcançando a Ásia Menor, a Grécia, a Itália e conquistando para Cristo homens de todas as culturas, classes, raças.
Do mistério pascal de Jesus nasce a Igreja, e nasce com força apostólica destinada a transformar o mundo. É o fermento de vida nova, vida divina que emana do Senhor ressuscitado e quer penetrar toda a massa da sociedade humana para transformá-la em sociedade cristã, viva da própria vida de Cristo. Cada fiel está empenhado nesta empresa, é dever proveniente do batismo, do dom da fé recebido gratuitamente de Deus e que não pode reduzir-se a privilégio pessoal, mas ser compartilhado com os irmãos. O fiel cristão propagará a fé e pregará o Evangelho na medida em que levar em si, em todos os momentos da vida, os sinais de Cristo ressuscitado! Todos os que o encontram e tratam com ele deveriam poder dizer: "Vi o Senhor!" (Jo 20,18).
FONTE: Formações Shalom
É justamente a esta resistência em crer que Marcos se refere no seu pequeno relato da aparição de Jesus aos onze: "e repreendeu-os por sua incredulidade e dureza de coração, por não terem dado crédito aos que o viram ressuscitado" (16,14). É a mesma repreensão dirigida aos discípulos de Emaús: "Ó estultos e lentos de coração em crer!" (Lc 24,25). A repreensão do Senhor, justificada pelo fato de que Ele mesmo predissera várias vezes aos seus o que iria acontecer, é ulterior confirmação de que a fé na Ressurreição, professada pelos Apóstolos, não nasceu em momento de exaltação religiosa, mas se baseia em experiências pessoais, porquanto cada um deles pode dizer-se testemunha ocular.Só depois de ter assegurado a firmeza de sua fé, Jesus dá aos discípulos a grande missão: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura" (Mc 16,15). Agora que receberam do Ressuscitado todas as provas da realidade de sua ressurreição, devem ir anunciar o Evangelho a todos os homens. Com a ressurreição, de fato, "a boa nova" da salvação universal de Deus, por meio de Cristo, está enfim consumada e deve ser divulgada em todo o mundo, para que se torne história de cada homem.
"Ide e pregai". A missão implantada no coração dos Apóstolos pelo Senhor ressuscitado e fecundada pelo poder vivificador do Espírito Santo no dia de Pentecostes tornou-se decisão irrevogável de sacrificar a vida na pregação do Evangelho.
"Vendo a fraqueza de Pedro e de João" ao testemunharem a ressurreição de Jesus e ao atribuírem ao poder do ressuscitado a cura milagrosa do coxo, os chefes do povo e os sumo sacerdotes os proíbem "de falar ou ensinar em nome de Jesus". Mas os dois, com santa audácia, replicam: "não podemos calar o que vimos e ouvimos" (At 4,13-20). Como calar a verdade de que tinham sido testemunhas? Tinham-na ouvido dos lábios de Jesus, Filho de Deus, nos anos de convivência com Ele, viram-na confirmada por numerosos milagres e pela suprema prova: a ressurreição. Impossível negar pelo silêncio o que viram e suas mãos tocaram. Como Pedro e João, assim os outros Apóstolos iniciam a pregação que, em pouco tempo, se expandirá para além da Palestina, alcançando a Ásia Menor, a Grécia, a Itália e conquistando para Cristo homens de todas as culturas, classes, raças.
Do mistério pascal de Jesus nasce a Igreja, e nasce com força apostólica destinada a transformar o mundo. É o fermento de vida nova, vida divina que emana do Senhor ressuscitado e quer penetrar toda a massa da sociedade humana para transformá-la em sociedade cristã, viva da própria vida de Cristo. Cada fiel está empenhado nesta empresa, é dever proveniente do batismo, do dom da fé recebido gratuitamente de Deus e que não pode reduzir-se a privilégio pessoal, mas ser compartilhado com os irmãos. O fiel cristão propagará a fé e pregará o Evangelho na medida em que levar em si, em todos os momentos da vida, os sinais de Cristo ressuscitado! Todos os que o encontram e tratam com ele deveriam poder dizer: "Vi o Senhor!" (Jo 20,18).
FONTE: Formações Shalom
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